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Seminário “O direito à cultura na infância e adolescência: classificação indicativa e mediação cultural em museus”

Seminário “O direito à cultura na infância e adolescência: classificação indicativa e mediação cultural em museus”

8 de fevereiro de 2024 – Auditório da Pinacoteca do Ceará

14h – Mesa 1: Classificação indicativa no Brasil

EDUARDO NEPOMUCENO
Analista técnico administrativo do Ministério da Justiça e Segurança Pública desde 2010. Coordenador de Política de Classificação Indicativa, desde novembro de 2020.

CARMEM S. OLIVEIRA
Psicóloga e Psicanalista. Doutora em Psicologia Clínica (PUCSP). Foi professora titular do Curso de Psicologia da Unisinos/RS por 30 anos. Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente de 2006 a 2012. Pesquisadora e consultora em direitos humanos.

VAGNER DE FARIAS
Defensor público atuante na 2 Vara da Infância e Juventude da Comarca de Fortaleza desde 2017, além de ter atuado na área da Infância em comarcas como Acaraú, São Gonçalo do Amarante e Aquiraz. Doutor em direito constitucional pela Unifor – Universidade de Fortaleza, também é professor da graduação do Centro Universitário Christus – Unichristus da disciplina da disciplina do Direitos da Criança e do Adolescente. Co-autor do livro: A defesa dos direitos da criança e do adolescente – uma perspectiva da Defensoria Pùblica, foi membro da Comissão Intersorial referente ao SINASE do Comdica – Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente contribuindo para o debate e fortalecimento de políticas públicas da infância e juventude.

GLÓRIA DIÓGENES
Graduada em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Tem Mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (1989), Doutorado em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (1998), fez pós-doutorado no Instituto de Ciências Sociais (ICS), na Universidade de Lisboa. É líder do Diretório de Pesquisa do CNPQ sobre juventudes. É professora do Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal do Ceará-UFC, pesquisadora do CNPQ, Coordenadora do Laboratório das Artes e das Juventudes-LAJUS da UFC. É líder é membro fundadora da Rede Lusófona Todas as Artes, Todos os Nomes. É Membro-fundadora da Rede Luso-Brasileira de Pesquisadores em Artes e Intervenções Urbanas-R.A.I.U. É Membro da REAJ – Rede de Estudos sobre Experiências e Ações Juvenis. É sócio efetiva do Instituto Histórico e Geográfico do Ceará.

17h30 – Mesa 2: Classificação indicativa em museus

LUCIANO TONET
Promotor de Justiça na Comarca de Fortaleza/CE, atualmente é titular da 6ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de Fortaleza (atribuição na Tutela Coletiva Protetiva). Doutor em Direito Constitucional Público e Teoria Política pela Universidade de Fortaleza – Unifor (2015-2019).

GLEYCE HEITOR
Educadora, pesquisadora e museóloga. Licenciada em História (UFPE), mestra em Museologia e Patrimônio (Unirio-Mast) e doutora em História Social da Cultura (PUC Rio). Atualmente é diretora de Educação do Instituto Inhotim. Foi diretora de Educação e Pesquisa na Oficina Francisco Brennand (PE), diretora do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake (SP), gerente de Educação e Participação do MAM Rio (RJ), coordenadora pedagógica da Elã – Escola Livre de Artes (Galpão Bela Maré – Observatório de Favelas – RJ), coordenadora de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ) e assessora e coordenadora pedagógica da Escola do Olhar – Museu de Arte do Rio (RJ). Desenvolveu, através de bolsas de cooperação internacional, estágio na Diretoria de Mediação e Programação Cultural do Museu do Louvre (2016) e residência na Diretoria de Relações Internacionais do Museu das Culturas da Europa e do Mediterrâneo – Mucem (2023). Tem experiência com implementação, acompanhamento e avaliação de programas de educação e formação em instituições culturais e artísticas e com a elaboração de planos museológicos a partir de metodologias participativas. Pesquisa as relações entre arte contemporânea e educação; as interfaces entre a museologia e o pensamento social brasileiro; o direito à memória e as articulações entre lutas sociais e processos de musealização.

ALEXANDRE BARBALHO
Professor permanente dos Programas de Pós-graduação em Sociologia e em Políticas Públicas da Uece. Pesquisador na área das políticas culturais.

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